sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Shao, o Soberbo - Parte Tri (sequiçual HAHA D:)

- Tempos negros estão chegando. – Comentou Emilda, a estonteante.
E ela não podia estar mais correta, pois, a partir desse comentário, a coisa ficou realmente preta, tão preta que fez Ella Fitzgerald virar Michael Jackson do século 21.
Era um horror. As sanguessugas gigantes reconheceram o cheiro do vicking fedido (rexonas nunca foram suficientes para um vicking daquela estatura), e eles não podiam mais descansar, pois elas eram velozes como o vento, coisa que até hoje a national geographic não pôde entender. As chuvas também passaram de gotículas a duchas, e de duchas a granizo, e de granizo a Icebergs aéreos. Eles agüentariam a coisa muito bem, tirando o fato de que precisavam descer para ir ao banheiro, e as vezes (eu disse, as vezes!), voar os dava a dádiva do esquecimento de reter a bexiga, e aí a coisa ficava um pouco constrangedora.
- Em quanto tempo chegaremos? – Perguntou Shao, tirando os insetos que enroscaram em sua barba (credo).
- Não vai demorar! – E ela guardou o pensamento: “não que eu saiba”, para si.
Na verdade Emilda não sabia muito bem o caminho, mas, como toda mulher de beleza estonteante e com força superior aos galãs da história, ela precisava parecer durona, fora segurar aquele véu negro sob seu rosto para ocultar sua beleza estonteante do vento e dos críticos Shao e Line, que quando não estavam lutando contra o mal e legumes e frutas cozidos, estavam dando uma bela entrevista para escolher os novos juízes do American Idol 2009 (Simons era um pobre amador perto deles).
E como se a coisa não pudesse ficar mais preta, um iceberg aéreo caiu feito um míssil na cabeça de Line, provocando uma queda profunda e dolorosa sob pedras pontiagudas, cactos venenosos e macacos carnívoros famintos, fora as urtigas.
Uma dessas pedras se chamava Marcos.
E, os bravos heróis, com uma sorte tremendamente tremenda, caíram exatamente em cima dos cactos venenosos, rolando pelas pedras com uma sessão de picadas de urtiga.
Ah é, não mencionei os macacos.
Os macacos arrancaram um braço de Emilda, mas foi só. Por sorte não estavam tão esfomeados assim. E, como toda história precisa de drama, um esguicho superpotente e pressurizado de sangue saiu por seu braço.
Suas palavras foram:
- Ai.
E depois foram:
- Vão sem mim, com minha magia posso me segurar por um tempo desses macacos enquanto peço ajuda pelo meu celular.
Sem mais interrupções, Line sobrevoou aquela floresta cheia de sanguessugas após 3 minutos de vôo. Num desses minutos percebeu que Shao, o Soberbo, relaxou demais, e sentiu seu lombar escamoso ser recoberto por algo líquido e quente, porém não devemos nos focar nisso.
E finalmente chegaram no castelo de Thiagóvski, o mago do oeste.
A verdade era que, eles podiam ter cortado um caminho de meia hora para chegarem, atravessando uma ponte recém-construída, mas todos pedem ação, e querem ação.
Quando Line percebeu isso, continuou calada, achou que Emilda ainda pensava que não tinha perdido um braço a toa e piadinhas sobre senso de direção não funcionavam quando se está nervoso.
Embora tivesse um estilo meio country, o castelo de Thiagóvski tinha um ar superior. Então, os nossos ainda bravos heróis se reuniram para bolar uma estratégia.
- E qual será a estratégia? – Perguntou Line.
- Atacar o castelo! – Disse Shao (não podemos subestimar um vicking, mas podemos subestimar sua brilhante e geniosa mente com o QI de uma azeitona).
(Continua tchururu)
--- Erros de Português serão ignorados, OK? *sono*
Não percam a parte Fór =X

Um comentário:

Unknown disse...

*faz cara de Pedra*